sexta-feira, 18 de abril de 2008

Vídeo "O Créu do Imposto"

É de dominio público a calamidade em que se encontram os impostos cobrados no Brasil. Um dos mais altos do mundo!
O que o governo tá fazendo, é ir lá no nosso salarinho suado de todo mês e, "créu" nele. Tá comendo mesmo. Foi por isso que criaram o créu do imposto, uma maneira engraçada de criticar isso.
Confira o video no link abaixo. Pode crer, não é virus!!!

http://sub-stancia.blogspot.com/2008/02/cru-cru-neles-cru-nelas-cru-no-povo.html

quarta-feira, 16 de abril de 2008

OS CONTOS DE BEEDLE O BARDO

O Feiticeiro e o Caldeirão Saltitante.................1
A Fonte da Justa Fortuna.................................2
O Coração Peludo do Mago..............................3
Babbity, a Coelha, e o Toco que Cacarejava......4
O Conto dos Três Irmãos.................................5

Esta história começa suficientemente alegre, com um antigo assistente muito gentil, que lembra muito ao Dumbledore.Este 'bem-amado' homem usava a sua magia principalmente para o benefício dos seus vizinhos muggles, criando poções e antídotos para eles. Chamava a isso "culinária de sorte". Certo dia, ele morre (após um longo tempo de vida) e deixa tudo para o seu único filho. Infelizmente, o filho é bem diferente do pai, egoísta.
Após a morte do pai, ele descobre o caldeirão, e nele (muito misteriosamente) há um único sapato e uma nota do seu pai: 'Tenho esperança, meu filho, de que nunca precises disto." Depois, as coisas começam a correr mal...Com raiva por não ter nada, apenas um caldeirão e completamente desinteressado com aqueles que não podem fazer magia, ele vira as costas para a cidade, e fecha as portas aos seus vizinhos.
Primeiro, chega uma anciã cuja neta está infestada de verrugas. Quando bate com a porta na sua cara, ele ouve um estrondo alto na cozinha. O caldeirão de seu pai criou um pé e ficou cheio de verrugas. Depois disso, o mago não podia aplicar nenhum feitiço nele e o caldeirão saltitante persegue-o por todos os lugares. No dia seguinte, o filho abre as portas a um velho homem que perdeu o seu burro. Sem a sua ajuda para transportar produtos à cidade, a sua família vai passar fome. O filho bate novamente com a porta na cara do velho. E então, o caldeirão recebe outra modificação: agora relincha de fome como um verdadeiro jumento. Como num verdadeiro conto de fada, o filho recebe cada vez mais visitantes, o que o leva a ver lágrimas, vómitos, até que decide dar continuidade ao seu legado. Renunciando aos modos egoístas, ele pede que todos os da cidade cheguem até ele para os ajudar.Um a um, ele cura-lhe os seus males e ao fazê-lo, o caldeirão esvazia-se. Então, no final aparece o misterioso sapato que se encaixa perfeitamente no seu pé. Assim que o mago o põe, os dois caminham (e pulam) até um novo amanhecer.

Existe um jardim encantado, fechado e protegido por "magia poderosa". Uma vez por ano, alguém com azar tem a oportunidade de entrar e tomar um banho na Fonte para conseguir "a justa fortuna para sempre". Conscientes do muito que pode ajudar, gente desgraçada (com e sem poderes) aglomera-se nas periferias do jardim no dia mais longo do ano. Três bruxas conhecem-se e contam as suas lamentáveis histórias.
A primeira, Asha, tem "uma doença que nenhum curandeiro pode curar". Confia em que a Fonte possa devolver-lhe a saúde.
A segunda é Altheda, que foi roubada e humilhada por um feiticeiro. Espera que a Fonte tire os seus sentimentos de inútil e a pobreza.
A terceira bruxa é Amata, que foi abandonada pelo seu amado e deseja que a Fonte cure a sua "dor e solidão".Quem das três deve ganhar?
Sem querer competir, decidem unir os seus esforços para entrar todas no jardim e tomar um banho na Fonte. Então, umas enredadeias saem do jardim e cobrem a Asha, a primeira bruxa. Ela agarra Altheda, que também segura Amata. Mas Amata abraça a armadura de um cavaleiro e os quatro entram no jardim. Uma vez que apenas um poderá tomar banho na Fonte, as duas primeiras bruxas repreendem Amata sobre ter incluido um quarto concorrente, o cavaleiro. Ele é muggle (os contos não utilizam essa palavra, mas diz-se que não tem magia) e chama-se Sir Sinsuerte.
Quando decide abandonar o jardim, Amata pede-lhe que fique e que se junte ao grupo. No caminho até à Fonte, enfrentam-se a três desafios: o primeiro é uma monstruosa minhoca branca, gorda e cega. Exige-lhes uma "prova da sua dor". Após tentar atacar inutilmente com magia, as lágrimas de frustração de Asha finalmente satisfazem à criatura, e os quatro podem continuar o seu caminho.
A seguir, encontram-se com uma inclinada encosta que exige-lhes que paguem o "fruto dos seus trabalhos". Depois de horas e horas a trabalhar, os ânimos de Altheda aos seus amigos (o suor do seu rosto) permitem-lhe continuar.Finalmente, encontram um riacho que precisa do "tesouro do seu passado". É inútil flutuar ou nadar através dele, até que Amata usa a sua varinha para retirar as lembranças do amor que a abandonou e atira-as à água (exactamente como na Penseira!). Umas pedras para passar aparecem do rio e os quatro podem cruzar até à Fonte, onde devem decidir quem irá tomar o banho.
Asha vai-se abaixo, dorida pela sua doença. Está perto da morte. Está tão mal que não pode chegar à Fonte e pede aos seus três amigos que vão sem ela. Altheda faz rapidamente uma poção para a ressuscitar, curando-a imediatamente da sua doença, pelo que já não precisa de tomar banho na Fonte. Ao curar Asha, Altheda descobre as suas habilidades para curar e que pode ganhar dinheiro curando outras pessoas, pelo que já não precisa da Fonte. A terceira, Amata, após atirar as suas más recordações ao rio já não sente nada pelo seu antigo amor e oferece a Fonte a Sir Sinsuerte como recompensa pela sua coragem.
O cavalheiro surpreende-se pela sua própria sorte e mete-se na Fonte com a sua armadura oxidada. Ajoelha-se perante Amata e pede-lhe a sua mão e coração. Cada bruxa cumpriu o seu sonho. A primeira tem a sua doença curada. A segunda encontrou a forma de resolver a sua pobreza. Finalmente, Amata encontra um homem suficientemente bom para ela, o cavaleiro. Todos estão felizes. Mas o que os quatros não sabem é que a Fonte não tem nenhum poder! Foram eles mesmos que conseguiram curar-se e salvar-se! Nisso consiste a Fonte da Justa Fortuna.


Este é o mais terrorífico dos contos. Não há cenas cómicas nem viajens de aventuras, simplesmente as sombras da alma de um mago.
Tudo começa com um jovem mago rico, habilidoso e atractivo, que tem vergonha das tolices dos seus amigos quando se apaixonam. Está tão convencido de que ele não quer cair na mesma loucura que aplica as Artes das Trevas para evitar apaixonar-se algum dia. É um conto que pretende conscienciar as crianças feiticeiras sobre o uso tenebroso da magia. A sua família, que não sabe dos métodos que usou o jovem para se proteger do amor, faz troça dos seus esquivos para não conhecer uma bela jovem.
Ele cresce orgulhoso, convencido da sua inteligência e impressionado do seu poder de ser completamente indiferente aos sentimentos. O tempo passa e o feiticeiro vê os seus amigos casar e formar as suas próprias famílias, mas ainda convence-se mais da sua recusa. Quando os seus pais morrem, não fica triste mas sente-se estranhamente "abençoado" pelas suas mortes.
O jovem muda-se para a casa que heredou e leva o seu "maior tesouro" à masmorra. O mago sente-se enganado ao ouvir uma conversa entre dois criados, um sentindo pena dele e outro a fazer troça de que ainda não tenha esposa. Então decide casar com a mais bela, saudável e talentosa mulher, e transformar-se, assim, na "inveja de todos os outros". Justamente no dia a seguir conhece a bruxa que procura. Considera-a um tesouro e convence-a a acreditar que é um homem mudado. Ela sente-se fascinada e repelida, mas aceita assistir a um banquete no seu castelo. No jantar, ele corteja-a.
Ela responde que apenas gostaria dele se demonstrasse que tem um coração. Então leva-a até à masmorra, onde mostra-lhe um mágico caixão de cristal, onde jaz o seu próprio coração a bater. A bruxa fica horrorizada pela visão do coração, que tornou-se peludo ao sair do corpo e pede ao jovem que o volte a pôr. Sabendo que isso irá convencer a rapariga, o mago abre-se o peito com a varinha e coloca-se o coração. Pensando que ele poderá apaixonar-se agora, ela abraça-o e o horrível coração "perfura-se" pela beleza da sua pele e o cheiro do seu cabelo. O coração ficou estranho aos desligar-se do seu corpo por tanto tempo, e cego e perverso fica salvagem.
Nestes momentos, os convidados do banquete que estão no andar superior perguntam-se que aconteceu com eles. Passadas algumas horas e depois de procurar por todo o castelo, encontram-no na masmorra. No chão descansa a jovem, morta, com o seu peito aberto. Ajoelhado ao seu lado, está o "mago enlouquecido", acariciando e lamendo o seu coração escarlata ainda brilhante e planeando trocá-lo pelo seu.
O seu coração ficou forte e nega-se a abandonar o corpo. O jovem, que jura que nunca será manipulado pelo seu coração, empunha uma daga e corta-o, fazendo-o sentir a vitória por uns momentos com o coração na mão em cada mão antes de cair ao chão e morrer.

Há muito tempo atrás, numa terra distante, um ambicioso e “tolo rei” decide querer manter toda a magia na sua única posse. No entanto, ele tem dois problemas: primeiro, precisa eliminar todos os bruxos e bruxas existentes; segundo, precisa na verdade de aprender magia. Ao mesmo tempo que forma uma “Brigada de Caçadores de Bruxas” possuidora de ferozes cães negros, também ele anuncia a necessidade de um “Instrutor de Magia”. Experientes bruxos e bruxas se escondem em vez de atender à sua chamada, mas um “esperto charlatão”, sem nenhuma habilidade mágica, mente e consegue o “emprego” com uns poucos e simples truques.
Uma vez instalado como bruxo chefe e instrutor particular do Rei, o charlatão demanda ouro para suprimentos mágicos, rubis para criar feitiços e copos de prata para poções. O charlatão guarda esses itens em sua casa antes de retornar ao palácio, mas este não se apercebe que a velha “lavadeira” do rei, Babbitty, o vê. Ela observa-o a tirar um galho de uma árvore que então apresenta ao rei como sendo uma varinha. Esperto como ele é, o charlatão diz ao Rei que essa varinha não funcionará até que “Sua Majestade a mereça”.
Todos os dias o Rei e o charlatão praticam sua suposta “magia”, mas numa manhã o rei e o charlatão ouvem uma risada, e vêem Babbitty assistindo de dentro da sua casinha, rindo tanto que mal se consegue manter de pé. O humilhado Rei fica furioso e impaciente, ordenando então, que eles dêem uma demonstração real de magia em frente do povo no dia seguinte. O desesperado charlatão diz que é impossível já que ele precisa partir do Reino em uma longa jornada, mas o agora duvidoso Rei ameaça mandar a Brigada atrás dele. Estando furioso, o Rei também ordena que se “alguém rir de mim”, o charlatão será decapitado. Então, nosso tolo e ambicioso Rei sem magia revela-se também ser orgulhoso e piedosamente inseguro – mesmo nesses curtos, simples contos, Rowling é capaz de criar complexos e interessantes personagens.
Tentando “descarregar” a sua frustração e raiva, o esperto charlatão vai direito à casa de Babbitty. Espreitando pela janela, ele vê uma “pequena e velha mulher” sentada numa cadeira, ao pe de uma mesa limpando sua varinha, conforme os lençóis “limpam-se sozinho” num balde. Vendo que ela é uma verdadeira bruxa, e ambos a fonte e a solução para seus problemas, ele pede a Babbitty que o ajude, ou ele a denunciará junto da Brigada. Tranquila com as ordens dele, Babbitty sorri e concorda em fazer “o que seu poder permitir” para. O charlatão diz-lhe para se esconder num arbusto e conjurar todos os feitiços para o Rei. Babbitty concorda, mas questiona o que acontecerá se o Rei tentar fazer um feitiço impossível. O charlatão, sempre convencido de sua esperteza e da burrice dos outros, ri das preocupações dela, afirmando que a magia de Babbitty é certamente mais poderosa do que qualquer coisa que “a imaginação daquele tolo” possa sonhar.
Na manhã seguinte, os membros da corte se reúnem para testemunhar a magia do Rei. Num palco, o Rei e o charlatão realizam seu primeiro acto mágico – fazer o chapéu de uma mulher desaparecer. A multidão está maravilhada e impressionada, nunca adivinhando que é Babbitty, escondida num arbusto, que realiza o feitiço. Para o próximo feito, o Rei aponta seu “galho” para um cavalo, erguendo-o no ar. Procurando ao redor uma ideia ainda melhor para o terceiro feitiço, o Rei é interrompido pelo Capitão da Brigada, que segura o corpo de um dos cães de caça do rei. Ele implora que o Rei traga o cão “de volta à vida”, mas quando o Rei aponta sua varinha ao cão, nada acontece. Babbitty sorri em seu esconderijo, nem mesmo tentando realizar o feitiço, pois ela sabe que “magia não pode ressuscitar os vivos” . A multidão começa a rir, suspeitando que os primeiros dois feitiços tivessem sido apenas truques.
O Rei fica furioso, e quando ele ordena saber por quê o feitiço falhou, o esperto e enganador charlatão aponta para o esconderijo de Babbitty e grita que aquela “bruxa má” está a bloquear os feitiços do rei. Babbitty corre do arbusto, e quando os Caçadores de Bruxas mandam os cães de caça atrás dela, ela desaparece, deixando os cães “a latir e a lutar” na base de uma velha árvore. Desesperado agora, o charlatão grita que a bruxa se transformou em uma “maça ácida” (o que mesmo nesse tenso e dramático ponto gera um riso). Temendo que Babbitty se transformasse de volta em uma mulher e o expusesse, o charlatão ordena que a árvore seja cortada – porque é assim que se “tratam bruxas más”.
A árvore é derrubada, mas conforme a multidão comemora e volta para o palácio, uma “alta gargalhada” é ouvida, desta vez de dentro do tronco. Babbitty, inteligente como é, grita que bruxos e bruxas não podem ser mortos “cortados pela metade”, e para provar isso, ela sugere que cortem o instrutor do rei “em dois”. Nisso, o charlatão implora por piedade e confessa. Ele é arrastado para a masmorra, mas Babbitty não terminou com o tolo do rei. A sua voz, ainda a sair do tronco, proclama que as acções do Rei invocaram uma maldição no reino, e cada vez que ele causar danos a um bruxo ou bruxa ele também sentirá uma dor tão cruel que desejará “morrer por isso”. O Rei, agora desesperado, cai de joelhos e jura proteger todas as bruxas e bruxos de suas terras, permitindo-os fazer magia sem danos.
Feliz, mas não completamente satisfeito, o toco cacareja novamente e ordena que uma estátua de Babbitty seja colocada sob ele para lembrar o rei de sua “própria tolice”. O “envergonhado Rei” promete que um escultor criará uma estátua de ouro, e volta para o palácio com sua corte. No fim, uma “gorda e velha coelha” com uma varinha presa aos dentes sai do buraco abaixo do tronco e deixa o reino. A estátua de ouro permaneceu no toco para sempre, e bruxos e bruxas nunca mais foram caçados no reino novamente



Era uma vez três irmãos que caminhavam por uma estrada solitária e sinuosa ao crepúsculo, a certa altura, os irmãos chegaram a um rio demasiado fundo para passar a pé e demasiado perigoso para atravessar a nado. Contudo, esses irmãos eram exímios em artes magicas, por isso limitaram-se a agitar as varinhas e fizeram aparecer uma ponte sobre as aguas traiçoeiras. Iam a meio desta quando encontraram o caminho bloqueado por uma figura encapuzada. E a Morte falou-lhes. Estava zangada por ter sido defraudada em três novas vítimas, pois normalmente os viajantes afogavam-se no rio. Mas a Morte era astuta.
Fingiu felicitar os três irmãos pela sua magia e disse que cada um deles havia ganho um prémio por ter sido suficientemente esperto para a evitar.
E assim, o irmão mais velho, que era um homem combativo, pediu uma varinha mais poderosa que todas as que existissem: uma varinha que vencera a Morte! Portanto a Morte foi até um velho sabugueiro na margem do rio, moldou uma varinha de um ramo tombado e deu-a ao irmão mais velho.
Depois, o segundo irmão, que era um homem arrogante, decidiu que queria humilhar ainda mais a Morte e pediu o poder de trazer outros de volta da Morte. Então a Morte pegou numa pedra da margem do rio e deu-a ao segundo irmão, dizendo-lhe que a pedra teria o poder de fazer regressar os mortos.
E depois a Morte perguntou ao terceiro irmão, o mais jovem, do que gostaria ele. O irmão mais novo era o mais humilde e também o mais sensato dos irmãos, e não confiava na Morte. Por isso, pediu qualquer coisa que lhe permitisse sair daquele local sem ser seguido pela Morte. E esta, muito contrariada, entregou-lhe o seu próprio Manto de Invisibilidade. Depois a Morte afastou-se e permitiu que os três irmãos prosseguissem o seu caminho, e eles assim fizeram, falando com espanto a aventura que tinham vivido, e admirando os presentes da Morte.
A seu tempo, os irmãos separaram-se, seguindo cada um o seu destino.O primeiro irmão continuou a viajar durante uma semana ou mais e, ao chegar a uma vila distante, foi procurar um outro feiticeiro com quem tinha desavenças. Naturalmente, com a Varinha do Sabugueiro como arma, não podia deixar de vencer o duelo que se seguiu. Abandonando o inimigo morto estendido no chão, o irmão mais velho dirigiu-se a uma estalagem onde se gabou, alto e bom som, da poderosa varinha que arrancara à própria Morte, e que o tornava invencível.Nessa mesma noite, outro feiticeiro aproximou-se silenciosamente do irmão mais velho, que se achava estendido na sua cama, encharcando em vinho. O ladrão roubou a varinha e, à cautela, cortou o pescoço ao irmão mais velho.Assim a Morte levou consigo o irmão mais velho.
Entretanto, o segundo irmão viajara para sua casa, onde vivia sozinho. Aí, pegou na pedra que tinha o poder de fazer regressar os mortos, e fê-la girar três vezes na mão. Para seu espanto e satisfação, a figura da rapariga que em tempos esperava desposar, antes da sua morte prematura, apareceu imediatamente diante dele.No entanto, ela estava triste e fria, separada dele como que por um véu. Embora tivesse voltado ao mundo mortal, não pertencia verdadeiramente ali, e sofria. Por fim o segundo irmão louco de saudades não mitigadas, suicidou-se para se juntar verdadeiramente com ela. E assim a Morte levou consigo o segundo irmão.
Mas embora procurasse durante muitos anos o terceiro irmão, a Morte nunca conseguiu encontra-lo. Só ao atingir uma idade provecta é que o irmão mais novo tirou finalmente o manto de invisibilidade e deu ao seu filho. E então acolheu a Morte como uma velha amiga, e foi com ela satisfeito e, como iguais, abandonaram esta vida.










segunda-feira, 14 de abril de 2008

O Mala sem Alça

Sabe aquelas pessoas superchatas que ninguém merece aturar? Eu conheço uma e tenho certeza que todo mundo também conhece pelo menos uma pessoinha assim!
É aquele tipinho que acha que você tem por obrigação lamber a bunda dele enquanto ele se coça e se você não lambe ele te bate!
É aquele tipinho que te trata como um animal e quer que você o trate com "respeito". Mas espere aí... não foi ele que xingou na semana passada, que te fez se sentir o pior germe do mundo, aquele que te humilhou e agora vem a você com conversa mansa te pedir favores?
"Vai do outro lado da cidade comprar açucar pra mim????"
E se eu respondo "não" ele ainda te olha de mal jeito e diz:
"Se lembra disso quando você precisar de mim! Se lembra disso!!!"
Mas é ele que tem que se lembrar de sua verdadeira condição. É ele que tem que recobrar à consciência o puta merda que foi nas últimas semanas e ir se foder em um mato qualquer!
Vai pra puta que te pariu, cara!
Vai chupar pirulito e me deixa em paz.
Sempre procura uma maneira de caçar briga e depois, perto dos outros, se transforma naquela pessoa boazinha e humilde, naquele pai que todo mundo queria ter."O fulano é o melhor pai da igreja! Todo pai devia se espelhar na imagem dele pra ser melhor um dia!"
Vai pra merda! Quem vê cara não vê coração... ah mas não vê mesmo.
Não vê nada que ele faz pra esposa e pros filhos e depois vem chorando a pedir perdão e uma ou duas semanas depois faz tudo o que fazia ou o pior. Que sai de casa de bronca e quando volta diz pra mulher que arrumou um viado pra passar a mão na cabeça do pau dele. Que espanca a filha por que ela não comeu toda a pipoca, que trata mal os colegas porque... sei lá porque! E ainda vem encher o saco quando a gente sai de casa e volta tarde.
Vai pro inferno e NOS deixe em paz
GO TO HELL!!!!
Vai pro Iraque e vê se morre lá.
Morra!!!!!!
E ah... se eu não deixei claro o suficiente.... TE ODEIO

sexta-feira, 11 de abril de 2008

O CONTO DOS IRMÃOS HIBRIÁN cap. 01.

O ESPERADO REENCONTRO

Glena e Uriel Hibrián viviam com sua mãe, Cássia Hibrián, em um pequeno chalé no campo, cercado de verdes campinas e montanhas azuis de pico prateado ao longe. Embora fossem pobres, eles eram felizes por se amarem e viverem em um lugar tão bonito e tranqüilo.
Os três cuidavam da horta e dos animais que era de onde tiravam seu sustento vendendo verduras e derivados de leite de cabra na feira do vilarejo e dessa forma nada lhes faltava.
Só havia uma coisa que faria aquela família mais feliz; reencontrar o pai que há anos partira para um país longínquo a procura de trabalho. A mãe sempre contava aos filhos que o pai era ambicioso e desejava dar uma vida melhor a família, por isso partira, para outro continente, para realizar tal desejo.
Glena desejava de todo coração rever o pai, dar-lhe um abraço e um beijo, pois já nem se lembrava de seu rosto. Mas o que ela mais queria, era que ele lhe contasse historias de conto de fadas para ela dormir, sempre sentira falta disso. Já Uriel não acreditava no que a mãe contava. Ele acreditava na teoria de que o pai, Seu Leon Hibrián, abandonara os filhos e a esposa por não os amar suficientemente. “Se ele nos amava de verdade nunca teria nos abandonado” era o que ele pensava.
Havia começado no vilarejo, um boato de que um homem rico estava procurando pelos filhos que há anos não via. Glena logo se encheu de esperanças, teceu mil razoes para que aquele homem fosse seu pai. Uriel tentou desencoraja-la dizendo que seu pai era tão pobre quanto eles, ma a garota refutava dizendo que o pai trabalhara muito tempo fora e que agora tinha ficado rico. Uriel rolava os olhos pra cima desacreditado.
Numa manha ensolarada, Uriel e Glena foram vender verduras e queijo sozinhos na feira, a mãe ficara lavando roupa, e chegando lá notaram que um senhor vestido com boas roupas e com um chapéu pomposo, ia de barraca em barraca pedindo alguma informação. Glena logo imaginou que aquele fosse o tal homem que procurava os filhos. O senhor se aproximou da barraca dos irmãos Hibrián e disse que queria perguntar uma informação. “pois não, senhor” disse Glena deixando transparecer sua excitação. O homem contou que procurava os filhos e a esposa de quem ele havia se separado por questões financeiras, e eu agora que agora que voltara para reencontra-los, já não se lembrava de onde moravam. “há tantos anos já! Mas de seus nomes jamais me esqueci. As crianças se chamam Uriel e Glena e a minha esposa...”
Glena saltou por cima da banca de verduras para o pescoço do senhor dando-lhe um apertado abraço, antes que ele terminasse a frase.
“Somos nós, meu pai. Glena e Uriel. Já não te lembra de nós outros?”
Aquele foi um dia de grande alegria, reencontrado o pai, já não havia razão para tristeza. Até Uriel que era cético quanto ao seu regresso se sentiu muito feliz, embora não demonstrasse tanto quanto Glena. A noite, após o jantar, conversaram por longas horas sobre tudo o que havia se passado nesses anos todos. O sono de chegou espontaneamente e Glena pediu para que o pai lhe contasse uma historia para dormir. Realizaria seu maior desejo!
Depois de pestanejar bastante, o pai contou, com grande pompa, a chatíssima historia de um herói de guerra que havia morrido por sua nação. Não era bem a historia povoada de bruxas, príncipes e princesas que a menina queria ouvir. Houveram momentos em que Glena nem entendeu as palavras difíceis que o pai dissera, se sentiu envergonhada por sua ignorância, mas feliz, por te o pai de volta. E assim dormiu.
No outro dia logo de manhãzinha, mãe e filhos se levantaram para cuidar da horta e tirar leite da cabra, AncaLarga. Acordaram o pai que dormia, solto, a ronca, para que ele os ajudasse a cuidar dos outros animais e , também, para consertar um pedaço da cerca que estava danificada.
“Receio, pequeninos, que não poderei lhes suprir em sua carência. Sou um homem rico agora, e jamais me prestaria a tal serviço braçal!” Dito isso, virou-se para o outro lado da cama e voltou a dormir. Todos acharam isso muito estranho, mas nada disseram.
Os dias foram se passando e o pai em nada ajudava nos afazeres domésticos e rurais. Uriel começou a notar isso com uma ponta de inquietação, e ao falar a cerca do assunto com a irmã, a explicação que ela encontrava era que agora ele já não precisava se submeter a esse tipo de trabalho, era rico e como tal não precisava trabalhar. Uriel disse algo como se, sendo eles filhos do pai, também eram ricos e também não precisavam trabalhar. Glena não deu importância ao que o irmão dizia. O êxtase de ter reencontrado o pai ainda não havia passado e ela, ao contrario do irmão, não se importava se o pai ajudava em algo ou não.
Dias depois enquanto Cássia fabricava queijo com a ajuda dos filhos, Leon e aproximou, como que a observar pessoas que faziam um trabalho desnecessário e, sem mais nem menos, fez o convite para que eles se mudassem para uma casa luxuosa e requintada na corte. “Vamos deixar o campo, as cabras, o queijo e vamos morar na civilização, que tal?” Glena mais que rápido aprovou a idéia e, a contra gosto de Uriel que apreciava muito a vida no campo, venderam tudo que possuíam e se mudaram.
O pai se desfez de quase todo o capital de que dispunha na compra de uma casa exageradamente grande, com dezenas de quartos de hospedes e com dois enormes jardins. “Um para o inverno e um para o verão!” exclamou o pai feliz, que era acompanhado por Glena na dose de satisfação.
“Fazemos parte da alta sociedade agora, Uriel, isso não é perfeito?” perguntou ela mais como uma exclamação, enquanto a mãe lhe escolhia um vestido florido e rosado para passearem no jardim frontal.
Uriel não estava gostando nada da idéia de terem mudado para uma casa tão grande, tampouco de fazer parte da alta sociedade. Com o dinheiro acabando como iriam se manter nela? se perguntava. Agora já não havia horta nem animais de onde tirarem seu sustento, “Quem é rico nunca deixa de ser rico, Uriel! E você não sabia disso?” murmurou Glena com um ar risonho na face, enquanto examinava uma ornamentadíssima escova de cabelos que estava sobre a penteadeira.
“Como você é ingênua, Glena” pensou Uriel. “Como você é ingênua!”
Autoria: Daniel Henrique Miguel Silva
Aguarde novos capítulos

EU, ESCRITOR???

Bem... desde criança eu tinha o desejo de escrever histórias, livros, contos. Era uma coisa que me agradava bastante. E desde criança, eu tinha o sonho de ser um grande escritor.
Dos 8 aos 10 anos, eu escrevi três livros. Sendo que dois deles eram uma série, onde eu escrevi o volume um e me senti no dever de dar continuidade à história, dar continuidade à vida dos personagens.
Eu era uma criança, então, os livros eram um fiasco. (não que eu seja um ótimo escritor hoje...) E eu os queimei um tempo depois. Mas agora tenho três outras histórias diferentes às quais quero que sejam bem escritas por mim, e é claro, quero que um dia, talvez, sejam publicadas.
Umas das histórias, é um conto de fadas, os contos de Elói Dédalo, ao qual tenho muito prazer em escrever, uma vez que adoro este gênero literário. (J,K. Rowling que o diga) Se é que posso chamar contos de fadas de um Gênero... Os contos do menino Elói serão divididos em três partes, das quais nada posso adiantar agora. Haverá muita magia, ação e criaturas mágicas. Tudo que uma criança gosta!
Minha outra proposta é um romance não muito convencional à sociedade preconeituosa do séc. XXI. Embora minha intenção não seja escandalizar ninguém, quero mostrar que o amor não existe apenas no que é "correto" de acordo com as normas impostas pela sociedade (que somos nós mesmos) e sim também no que está fora dessa bola dicotômica.
E o terceiro é o que mas estou investindo ultimamente. A história de um agressor, de um pedófilo... mas não quero dizer muito sobre isso, pois esse é um campo onde se pisa em ovos e ao quebrar um deles, a podridão que emana de seu interior pode afetar muita gente.
Então é isso... em outras publicações postarei o Prólogo de minha produção atual e espero que leiam e quizá aprovem...
Beijos e xau...

quarta-feira, 9 de abril de 2008

GANHADOR DE CONCURSO PODERÁ LER "OS CONTOS DE BEEDLE O BARDO"

A Amazon, empresa que conseguiu através de um leilão comprar a versão original de "Os Contos de Beedle - o Bardo", escrita por J.K. Rowling, anunciou hoje que estará promovendo um concurso.Entre 24 países, irá escolher um fã sortudo, que poderá ver e ler uma das sete e únicas versões do pequeno livro, que faz parte da história de Harry Potter e as Relíquias da Morte.O fã tem que somente responder a uma das três questões usando 100 palavras no máximo e respondendo:
Que canção os bruxos usam para celebrar aniversários?Que esporte praticam os bruxos sem ser Quadribol?O que você utiliza no seu cotidiano que aprendeu com a saga Harry Potter?A seleção está aberta para Argentina, Alemanha, Japão, Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Austria, Austrália, Bélgica, Dinamarca, Países Baixos, Irlanda, Índia, Finlândia, Luxemburgo, Noruega, Nova Zelândia, Suíca, África do Sul, Romênia, Coréia do Sul, China e Malásia.Um cômite da Amazon escolherá os dez semifinalistas de cada categoria, baseado na criatividade e originalidade da idéia. No dia 5 de maio divulgará os 10 textos e dará aos usuários do site uma semana para votarem em seus textos favoritos. Será escolhido um vencedor em cada categoria que na 'final' estará concorrendo em nova enquete na Amazon para saber quem irá para Londres. O Brasil infelizmente não foi incluído na lista de países participantes.

FOTOS DO LIVRO ABAIXO...





HARRY POTTER E O ENIGMA DO PRÍNCIPE

Que eu sou fã da saga do bruxinho mais famoso do mundo não é segredo pra ninguém!!
J. K. Rowling, a autora, é mestre em escrever coisas criativas e que nos prendem a antenção ao seu livro da primeira à ultima página. E olha que seus livros não são fininhos não.
Dia 21 de novembro desse ano estréia a sexta versão cinemátografica do seu livro: HARRY POTTER E O ENIGMA DO PRINCIPE. Os fãs da série estão com as lumbrigas da barriga em colapso, de ansiedade e desejo de ver como ficou o filme. A Warner Bros. é muito seletiva quanto a informações e imagens que são divulgadas do filme, tanto que ofilme terminará de ser gravado no próximo mês e ainda só foram divuldagas duas fotos. (abaixo)
Resta-nos esperar até o final do ano e conferir por nós mesmos como ficou o filme nas telonas.

harry com o livro do principe e o mapa do maroto.


harry, rony e hermione com o livro do principe mestiço na sala comunal da grifinória.